Atacante do Atlético Nacional pede investigação em voo da Chapecoense

O atacante Miguel Borja, um dos artilheiros do Atlético Nacional, clube que enfrentaria a Chapecoense na decisão da Copa Sul-Americana, pediu uma investigação mais apurada sobre o estado que se encontrava o avião que levava a delegação da Chapecoense. A aeronave, um Avro RJ85, caiu na montanha El Gordo e vitimou 71 pessoas.

“É o mesmo avião, mesma tripulação, o mesmo capitão. Nesse avião, às vezes, tivemos que parar colocar combustível, isso dá para investigar”, disse o atacante à “Win Sports”.

Borja lembrou que a delegação do Atlético Nacional já viajou nesse mesmo avião, da companhia Lamia.

“É difícil porque poderíamos ser nós, já que várias vezes viajamos nesse avião. Isto nos faz refletir sobre a vida. Em nossos corações há sentimentos. O mundo do futebol se está dando conta do que passou”, afirmou o atacante.

No acidente, três jogadores sobreviveram: Alan Ruschel, Follmann e Neto. Além deles, o jornalista Rafael Henzel e os tripulantes Ximena Suárez (aeromoça) e Erwin Tumiri (comissário) completam a lista de sobreviventes.

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