Azymuth abre o Paris Jazz & Blues

Foto divulgação

Sucesso de público nos anos de 2015 e 2016, o Projeto Paris Jazz & Blues, apresentado na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, no Flamengo, retorna em 2017, com shows nos próximos quatro meses. A primeira convidada é uma das bandas mais influentes do Brasil, Azymuth, com uma discografia de mais de 30 álbuns, em uma carreira que se estende por mais de 45 anos. A apresentação acontece dia 17 de setembro, domingo, às 20 horas.

Com a direção artística do cantor Chamon, o projeto tem como objetivo mostrar o melhor do jazz e blues. Em setembro, a programação continua com shows de Osmar Milito e Indiana Nomma (dia 24) e Zezé Motta (dia 29). Em outubro, será a vez de Jesper Hedegaard (dia 1º), Izabella Bicalho (dia 6), Yuval Ben Lior (dia 8), Nina Ernst (dia 20), Jefferson Gonçalves (dia 22) e Roberta Spindel (dia 29). Em novembro, Baixada Jazz Big Band (dia 5), Fátima Regina (dia 10), Sérgio Chiavazzoli (dia 12), Marcio Lott e Charles Marot Trio, (dia 19) e Carol Fazu (dia 26). E, em dezembro, Marvio Ciribelli (dia 3) e Tunai e Wagner Tiso (dia 10).

AZYMUTH
Uma das bandas mais influentes do Brasil, já se apresentou em todos os continentes do mundo. Combinando Soul e Funke Jazz com o Samba, é responsável por ter criado um som próprio, que ganhou o nome de Crazy Samba (Samba Doido). Tanto no palco principal do Montreux Jazz Festival ou no North Sea Jazz Festival, fazendo um groove no Blue Note em NovaYork, Tóquio ou Milão, no Ronnie Scott’s em Londres ou no Vienna’s intimate Birdland Club, o Azymuth impressiona o público com a sua sonoridade única.

A história começa em 1970, quando o trio formado por José Roberto Bertrami, teclados, Alex Malheiros, baixo, e Ivan Conti (Mamão), bateria, cria a banda Seleção. O nome Azymuth veio em 1973, após a gravação da trilha sonora do filme “O fabuloso Fittipaldi”, a convite de Marcos Valle. A partir de então, seguiram para o primeiro LP, lançado pela Som Livre, que incluía o sucesso “Linha do Horizonte”. Mas, foi a partir de 1979, com o primeiro lançamento pela Milestone Records, que o trio se estabeleceu como uma das maiores bandas de jazz do mundo. Sem contar os festivais nacionais e internacionais, o Azymuth trabalhou com artistas como Eumir Deodato, Stevie Wonder, Sarah Vaugham, Joe Pess, Mark Murphy, Ivan Lins, Milton Nascimento, Elis Regina, Gal Costa, Simone, Erasmo Carlos, Airto Moreira e Flora Purim.

Entre os principais sucessos do Azymuth, estão “Linha do Horizonte”, “Melô da Cuíca” e “Voo sobre o Horizonte”, no Brasil, além do grande hit internacional “Jazz Carnival”. Em 2015, o renomado tecladista Kiko Continentino passou a ocupar a vaga deixada com o falecimento de José Roberto Bertrami, três anos antes.

O repertório foi especialmente concebido para o show na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa: “Marrocos Clube” (Alex Malheiros/JR Bertrami), “A minha casa na Arvore” e “Partido Alto” (Bertrami), “Salto das Sete Quedas” e “Um Amigo” (Alex Malheiros), “Estreito de Tarumã” (Ivan Conti), “Jazz “Carnival” e “Brazil” (Malheiros, Conti e Bertrami), “Linha do Horizonte” (Paraná/Paulo Sergio Valle) e “Voo sobre o Horizonte” (Paraná/Bertrami).

Serviço:

PARIS JAZZ & BLUES

AZYMUTH

Data: 17 de setembro, domingo, 20h
Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa
Praia do Flamengo, 340 – Flamengo | Telefone: 2551-1278
Capacidade: 90 lugares | Couvert artístico: R$ 40,00
Classificação etária: 14 anos | Abertura da casa às 20h
*A casa aceita cartões e disponibiliza manobristas

 

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