Empresa é alvo de sequestro judicial após incêndio na Itália

A Procuradoria de Velletri, na província de Roma, na Itália, determinou o sequestro judicial da planta da empresa Eco X, em Pomezia, após um incêndio de grandes proporções demorar mais de três dias para ser controlado. Bombeiros ainda atuam nas operações de rescaldo e de esfriamento nesta segunda-feira (8).

De acordo com informações obtidas pela ANSA junto à Procuradoria, a Agência Regional para a Proteção Ambiental (Arpa) foi encarregada de verificar a quantidade de dióxido de carbono emitida pelo incêndio e se há algum risco para a população.

Até quinta-feira (11), os dados sobre a poluição do ar deverão estar disponíveis e na sexta-feira (12) foi agendada uma entrevista oficial sobre o caso. Além disso, estão sendo realizadas investigações para verificar se a empresa estava regularizada e se operava de acordo com as autorizações obtidas.

A preocupação dos procuradores Francesco Prete e Luigi Paoletti, líderes da investigação, é de que a empresa usasse fibra de amanto, o que é proibido, e que o pó de amianto tenha contaminado o ar da região.

No entanto, de acordo com a ministra da Saúde, Beatrice Lorenzin, os testes feitos pela Arpa da região de Lazio mostram que “não há evidência de danos ou de possibilidade de danos para a população”.

As chamas no galpão de uma planta de estocagem de resíduos da empresa Eco X começaram por volta das 8h (hora local) da última sexta-feira (5) e se espalharam por toda a região, incluindo alguns bairros da capital Roma.

Os moradores que estavam a 100 metros de distância da empresa, foram retirados de sua casa, e aqueles que moram em um raio de dois quilômetros do local do incêndio foram orientados a manter as janelas fechadas.

ANSA

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