Integrantes de quadrilha que domina o tráfico de drogas em Araruama são presos

Foto: Divulgação

Sete pessoas já foram presas durante a operação Payback, desencadeada, por policiais da 118ª DP (Araruama) para cumprir 13 mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão, em Araruama, Região dos Lagos. A ação teve início nesta quinta-feira (12), e ainda segue em andamento.

Os investigados são apontados como principais integrantes de organização criminosa que domina o tráfico de drogas na localidade conhecida como Fazendinha. Segundo  informações, Celso Cunha de Andrade, conhecido Diquinho, é apontado como chefe do bando. 

De acordo com os agentes,  Suquinho é  influente na região e concorreu a cargo de vereador em 2016, ostentando a condição de suplente de vereador no município de Araruama.

Celso também é apontado como um dos autores da morte do Guarda Civil de Araruama, Gilberto Pereira Andrades, crime ocorrrido em 27 de janeiro deste ano, que está sendo investigação pela unidade policial. 

Os investigadores descobriram que traficantes de uma facção criminosa assumiram a liderança da comunidade da Fazendinha, passando inclusive a exigir colaboração mensal para “caixa” da quadrilha. 

Após a mudança de comando na localidade, Celso perdeu a posição de protagonista, passando a exercer a função de vendedor de drogas,  conhecido como “vapor”. A comunidade começou a ser comandada por traficantes oriundos da comunidade Nova Holanda, do complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e a nova liderança passou a adotar práticas de extrema brutalidade.

O delegado titular da unidade, Luiz Henrique, contou que policiais militares passaram a ser alvos de tiro e moradores estavam impedidos de circular livremente pela comunidade. Ainda segundo o delegado, um dos principais aliados da organização criminosa foi identificado como Alexandre da Silva Guimarães, responsável pelo fornecimento de drogas,  que são compradas em comunidades do Rio e distribuídas para venda na Fazendinha.

A ação conta com o apoio operacional de diversas delegacias e do 4º Departamento de Polícia de Área (4 DPA), bem como do Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI), do Departamento Geral de Polícia da Baixada, através da 65ª DP (Magé), 66ª DP (Piabetá) e 67ª DP (Guapimirim), bem como da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), que forneceu cães treinados para farejar drogas.

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