Justiça decreta prisão preventiva de acusados de matar argentino

O juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira, da 3ª Vara Criminal do Rio,  decretou nesta segunda-feira (3) a prisão preventiva de Pedro Henrique Marciano, o “PH”; Valterson Ferreira Cantuária, conhecido como “Tody Cantuária”; Júlio Cesar Oliveira Godinho e Thiago Noroes Lessa Silva, o “Kadu Lessa”. Eles são acusados de matar o turista argentino Matias Sebástian Carena, no dia 28 de março, após briga em frente à boate Barzin, em Ipanema, na Zona Sul carioca.

Na decisão, o magistrado destacou a investigação realizada polícia, que trouxe aos autos do processo elementos que comprovam que a ação dos denunciados foi fria e causou sérios danos à família da vítima e à ordem pública, além de manchar a imagem internacional do Estado do Rio de Janeiro.

“A ação, praticada em local de intenso movimento turístico, criou verdadeiro incidente internacional e colocou em risco as já combalidas finanças do estado, eis que essa postura transviada ganhou repercussão mundial. Evidenciam-se, pois, fortes indícios de personalidades corrompidas e adversas ao convívio social por parte dos denunciados. Partindo destes elementos concretos, é possível constatar que as condutas dos denunciados abalaram a garantia da ordem pública porque trouxeram diversas consequências para a sociedade, bem como para a família da vítima”, afirma o juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira.

O magistrado destacou também que a prisão preventiva dos acusados é necessária para garantir a aplicação da lei penal. “Destarte, necessária a prisão para garantir a ordem pública, com a consequente pacificação social e, por conseguinte, permitir, com eficiência, a garantia da futura aplicação da lei penal”.

De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ), os denunciados serão citados e deverão apresentar defesa prévia por escrito no prazo de 10 dias. 

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