Justiça proíbe são-paulinos que agrediram palmeirense de ir a jogos do São Paulo

A Justiça de São Paulo aceitou o pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e, após abrir processo criminal contra cinco torcedores do São Paulo acusados de espancar um torcedor do Palmeiras na Estação Barra Funda do Metrô, em São Paulo, no início do ano, proibiu os cinco de irem aos jogos do time em estádios brasileiros e internacionais. Eles também estão obrigados a se apresentar em batalhões da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros duas horas antes de jogos do São Paulo por tempo indeterminado. Além de só poderem sair do local meia hora antes do jogo acabar, ficarão proibidos de acompanharem os jogos pela televisão, rádio ou celular.

Segundo a denúncia apresentada pela promotoria, o caso aconteceu por volta das 23h20 do dia 20 de janeiro quando Alex Camara Santos, Renan Henrique Silva de Freitas, Mário Sérgio Guido Baldi, José Bruno César de Lima Silva e Igor Clarindo Oliveira, todos integrantes da torcida Independente voltavam de um jogo contra o Flamengo, na Arena Barueri, na Grande São Paulo, pela Copa São Paulo de juniores. Eles encontraram um integrante da torcida organizada do Palmeiras, a Mancha Verde, dentro do Metrô, pularam a cerca de acesso e deram socos e pontapés no torcedor do Palmeiras.

Os torcedores são-paulinos estão proibidos ainda de saírem de casa no período noturno e durante suas folgas de trabalho ou estudo. Eles também não podem viajar. Os torcedores podem sair apenas para trabalhar ou estudar. Se não cumprirem com a determinação da Justiça, eles podem ser presos. Caso sejam condenados ao final do processo, os cinco torcedores podem pegar cinco anos de prisão.

Agência Brasil

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