Microteatro 2016 no Castelinho do Flamengo

Foto divulgação

O projeto reúne cinco microobras teatrais de até 15 minutos, para no máximo 15 espectadores, representadas simultaneamente em pequenos ambientes do Castelinho. Todos os espetáculos têm como tema “Pela família”.

Confira as histórias:

‘Ruído’. Direção: Adriano Guimarães – Coletivo Irmãos Guimarães. Dramaturgia: Adriano Guimarães e Denise Stutz. Atuação: Denise Stutz. 
Livremente inspirado em “Casa Tomada”, de Julio Cortázar. O conto foi escrito em 1946, cinco anos antes do autor se mudar da Argentina para Paris por discordar da ditadura de Perón. A narrativa descreve a vida de dois irmãos em uma casa antiga e grande, que, aos poucos, é invadida por sons inexplicáveis.

‘Procura-se um empregado’. Direção: Allan Ribeiro. Dramaturgia: Allan Ribeiro, Gatto Larsen, Léa Garcia e Wilson Rabelo. Atuação: Léa Garcia, Wilson Rabelo e Gatto Larsen.
Uma família procura um empregado doméstico. Por conta da crise, uma grande fila se forma do lado de fora.

‘Laundromatic’. Direção: Marco André Nunes. Texto: Pedro Kosovski. Atuação: Cristina Amadeo e Ricardo Santos.
A microobra tem como ponto de partida o caso clássico dos gêmeos canadenses David e Brian Reimer, conduzido pelo psicólogo Dr. John Money, nos anos 60, que inaugurou importantes questões nos debates contemporâneos sobre identidade de gênero e cirurgia de mudança de sexo.

‘Abril’. Direção: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. Dramaturgia: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, Carolina Virguez, Julia Ariani e Bruno Carneiro, em parceria com os dramaturgos da farsa de todos os dias. Atuação: Carolina Virguez.
Um diálogo cênico entre o teatro e o cinema de gênero onde através da moldura televisiva uma mulher vê um mundo de horror. Novos e velhos fantasmas de sempre assombram novamente o mês de abril.

‘Dependências’. Criação coletiva: Luisa Arraes, Marina Viana, Eduardo Rios e Álamo Facó.
Diferentes perspectivas de uma mesma cena: A empregada de uma casa foge. Vestígios de um dia de trabalho interrompido. A saudade e o afeto por aquela trabalhadora que cuidava de coisas tão íntimas. A completa impotência perante os serviços da casa. O julgamento do abandono. Tantas falas, reações e sensações causadas por uma presença ausente.

Serviço:

Castelinho do Flamengo – Rua Marquês de Abrantes  203 – Flamengo

Temporada:  Até 26 nov 2016
Horário: sex e sáb 19h
Grátis

Deixe uma resposta