Museu do Amanhã ficará fechado no Natal e Ano Novo

Foto: Cristina Índio do Brasil/Agência Brasil

O Museu do Amanhã, localizado na nova Praça Mauá, região portuária do Rio de Janeiro, não abrirá as portas para o público hoje (24) e amanhã (25), e também nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2017. Nos demais dias, o espaço vai funcionar normalmente, informou a instituição, por meio de sua assessoria de imprensa. 

Diariamente, em três sessões, o espaço oferece o evento Trilhar os Amanhãs, que consiste em visitas mediadas com educadores pela exposição principal, englobando cinco grandes módulos, que são Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós. Cada grupo tem até 20 vagas e as inscrições devem ser feitas 30 minutos antes do início da atividade, na bilheteria.

A programação do museu para o primeiro semestre de 2017 foi divulgada e deverá sofrer atualizações a partir de fevereiro. Permanecem abertas à visitação duas exposições temporárias, inauguradas este ano, que são Rolé pelo Rio Hackeado, no Laboratório de Atividades do Amanhã, que trata do empoderamento das cidades por pessoas inquietas, os chamados hackers, até 2 de fevereiro; e O Poeta Voador, Santos Dumont”, que aborda a vida e as invenções do Pai da Aviação, que ficará no local até 19 de fevereiro.

As novidades para os próximos seis meses incluem a exposição Milênios Cósmicos: cartas celestes para os próximos 100 mil anos, que mostra o mapa celeste a partir do Polo Norte na véspera de Ano-Novo a cada dez mil anos, para os próximos cem mil anos. “Obras que integram artesanato analógico tradicional com desenhos feitos por um robô e dados de visualizações astronômicas. Os futuros mapas de estrelas foram feitos sobre panos de algodão, que foram tingidos usando o processo de tintura índigo tradicional”, informou a assessoria da instituição. A inauguração está prevista para janeiro de 2017.

Outra exposição abordará o surgimento de uma possível nova categoria de refugiados: Os ambientais. Utilizando fotografias cedidas pela agência de notícias France Presse e pela Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), será exibido ao público o problema dos deslocamentos forçados provocados por eventos extremos da natureza, como enchentes, secas, tsunamis, terremotos, entre outros, que contribuem para a criação de uma nova categoria de refugiados, que são os ambientais. O nome da mostra, bem como a data de estreia estão sendo definidos pela equipe do Museu do Amanhã e serão divulgados em breve.  

Uma segunda exposição ainda sem nome promete abranger as inovações feitas no Brasil. “De forma lúdica, a exposição fará o visitante embarcar numa viagem pelo mundo das invenções e criações do Brasil. Todos podem inovar. A exposição representa os caminhos que envolvem e interferem na concepção e no desenvolvimento de uma ideia ou processo, destacando a evolução criativa presente na produção de projetos brasileiros”.

Agência Brasil

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