Presidente da Fifa defende mudança nas regras de transferências

A última janela de transferências do futebol europeu bateu recordes de valores desembolsado por clubes para contratar jogadores. Por conta disso, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, decidiu que o sistema de transferências precisa ser repensado.

No 13º Congresso Extraordinário da Uefa, o mandatário pediu para que todas as instituições se unam para debater soluções para essa questão. Uma das preocupações de Infantino é com o enriquecimento de empresários que estão ligados ao futebol.

“Temos visto, na última janela de transferências, um aumento significativo no valor das vendas de jogadores. Um exemplo, no que diz respeito a transferências internacionais, um aumento de US$ 3,6 bilhões para US$ 4,6 bilhões”, relatou o dirigente. “Um bilhão a mais em um ano. Isso, sozinho, não é algo negativo, porque também significa redistribuição. Mas por outro lado também vemos que as comissões de agentes têm subido e ao mesmo tempo os pagamentos solidários e compensações têm caído. Isso tem que nos preocupar, certamente, não só um pouco”, disse.

“Por isso temos todos que, juntos, como parceiros, tomar responsabilidade, resolver esses problemas, discuti-los juntos de boa fé e chegar com soluções positivas. Para regulamentação de agentes, transferências, empréstimos, janelas de transferências, tetos salarias e todos esses itens que estão no ar em discussão, mas nunca foram encarados”, completou Infantino.

A última janela de transferências teve o maior valor já pago por um atleta na história do futebol. Para tirar Neymar do Barcelona, o Paris Saint-Germain desembolsou 222 milhões de euros.

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