Presidente do Bayern se mostra contrário às trasnferências milionárias de jogadores

Próximo do fechamento da janela para a atual temporada, o mercado da bola do futebol europeu ficou marcado pela alta quantia paga pelos clubes para contratar jogadores. O caso mais emblemático foi o do brasileiro Neymar, que trocou o Barcelona pelo Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros. No entanto, não foi raro ver atletas mudando de clube por cifras que superaram os 100 milhões. presidente do Bayern de Munique, Uli Hoeness, se mostrou contrário a esses valores.

“Na minha opinião, não há jogador no mundo que valha 100 milhões de euros”, disse Hoeness à revista SportBild.

“Eu não quero comprar um jogador por 100 milhões de euros, mesmo que tivesse o dinheiro. Isso seria um desperdício de dinheiro grande demais”, disse Hoeness, que assumiu a presidência do Bayern no ano passado após cumprir uma pena por sonegação fiscal.

Além de Neymar, o atacante Ousmane Dembélé, que saiu do Borussia Dortmund para o Barcelona, também superou os 100 milhões de eruos, já que foi comprado por 150. Mbappé (do Monaco para o PSG) e Philippe Coutinho (do Liverpool para o Barcelona) também devem ser confirmados nas próximas horas por quantias elevadas.

“Chegamos a um ponto no qual temos que ser muito cuidadosos. Porque existe um ponto no qual talvez os torcedores fiquem fartos”, acrescentou Hoeness.

“Com toda franqueza, é hora de voltarmos à proporcionalidade. Durante muito tempo existiu um medo de agentes, de jogadores etc. Agora temos que dizer já chega”, finalizou.

A contratação mais cara do Bayern na atual temporada quebrou o recorde histórico do clube alemão. A chegada do francês Corentin Tolisso, de 23 anos, foi acertada por 41,5 milhões de euros.

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