Qualité Turismo comemora parceria com a Disney

Apenas em 2017 a agência de turismo levou 14 escolas para se apresentarem no palco do maior complexo de entretenimento do mundo e já tem 14 novas escolas previstas para 2018

2017 foi um ano mais do que incrível para a Qualité Turismo. A agência se consagrou como um dos maiores representantes oficiais da América Latina do programa Disney Performing Arts, Intercâmbio cultural com o selo de qualidade Disney, que busca incentivar escolas de dança e música de toda a parte do mundo para fazer parte do Showbiz do Walt Disney World. Apenas em 2017 a Qualité qualificou 14 escolas de dança espalhas pelo Brasil para se apresentarem maior complexo de entretenimento do mundo e fazerem parte do programa.

“Em 2017 a Qualité qualificou 14 escolas – de dança e música, no programa. Vamos ainda fechar o ano com uma escola que se já se apresentou em Orlando e agora, seguindo nosso plano de carreira, se apresentará na Califórnia. Não é tão simples como muitos pensam participar do ‘Disney Perfoming Arts’, o programa atende aos padrões estabelecidos no National Core Arts Standards imposto pela Disney. Além da apresentação inesquecível no Disney Springs, o programa incluí também workshops opcionais ministradas por profissionais especializados do Walt Disney World”, explica a diretora da Qualité Turismo, Fabiana Carvalho.

Além disso a agência enviou pela primeira vez um grupo de música para participar do programa, uma parceria da Qualité com o Conservatório Brasileiro de Música e o atelier Musica Lulu Joppert e fez sua estreia na abertura de um jogo da NBA. A escola Dullius Dance fez uma apresentação no centro da quadra, 30 minutos antes da partida. Essa novidade veio para agregar mais uma experiência importante para as escolas que viajam com a Qualité.

E para 2018 a Qualité segue a todo vapor: já são mais 14 escolas confirmadas e outras em processo de seleção. A agência se prepara para mais uma nota etapa do programa que são as apresentações em Hong Kong. Em dezembro a diretora da Qualité irá pessoalmente conhecer a cidade, o parque e a equipe da Disney Hong Kong para poder planejar cada detalhe deste novo desafio.

Fabiana explica ainda que um dos segredos do sucesso da parceria da Qualité e da Disney está na experiência da agência que já vem levando escolas pelo programa há anos:

“Esse é o tipo de programa que não basta saber fazer turismo na Disney. É preciso conhecer muito bem o programa, estar atento a todos os detalhes e exigências da Disney e cumprir cada um deles. O nosso trabalho pré-viagem com a direção do grupo e o nosso contato direto com a coordenação do ‘Disney Performing Arts’ em Orlando são a chave do sucesso. Isso não se consegue do dia para noite. São anos de muito trabalho e dedicação. Já cansei de ver agências desinformadas, oferecendo um pacote que não atende as necessidades do programa, na intenção de oferecer algo mais barato. Lá na frente, sabemos que os clientes terão que pagar várias coisas por fora, aquele famoso ‘barato que sai caro’. Trabalhamos com honestidade e seguindo as regras que a Disney, muitas vezes pessoalmente em reuniões em Orlando, nos pede”.

A diretora da Qualité faz um alerta sobre informações errôneas que estão sendo fornecidas para escolas interessadas no projeto e que prejudicam não apenas o cliente quanto quem trabalha seguindo todo o protocolo e até mesmo a própria Disney:

“Já vi sendo divulgado que não há necessidade de as escolas passarem por processo de audição, de que basta pagar e participar. Somos treinados para informar e orientar as escolas da forma correta, padrão Disney de qualidade de se trabalhar. Temos mais de trinta escolas que participaram de cada etapa do processo e se orgulham disso. Falar esse tipo de coisa não somente desqualifica o programa assim como todas as escolas que já passaram por ele. Estamos lutando junto à Disney para que isso pare de acontecer, de forma a nos proteger assim como todos aqueles que foram direta ou indiretamente envolvidos no projeto durante esses últimos anos.

Disney Performing Arts
Os bailarinos das escolas aprovadas para participar Performing Arts – no caso do Brasil a maioria entre 10 a 18 anos, apesar de não haver restrição de idade, adultos são muito bem-vindos – têm a chance de vivenciar a experiência de ser um artista da Disney. A empresa abre a pauta do palco principal do Disney Springs para que escolas do mundo inteiro possam dançar de 15 a 30 minutos. Em contrapartida, oferece workshops com os coreógrafos dos musicais. “Eles ficam nos hotéis Disney, vão nos parques e presenciam in loco o que aprenderam na sala de aula. Por exemplo, aprendem no workshop uma coreografia do rei Leão, depois a assistirão no musical apresentado no Animal Kingdom”, conta Fabiana

Seleção
Para participar do programa e realizar o sonho de dançar na Disney é necessário preencher uma ficha de inscrição que entre outras coisas, deve ter ao menos 3 links de coreografias do grupo que está se candidatando. É através desses vídeos que a Disney conhece a escola, avalia o nível do grupo e envia a confirmação. Nenhuma escola se apresenta na Disney sem passar por este processo.

“É muito importante ressaltar que ninguém participa do programa sem passar pela seleção da Disney. A Disney é muito séria e segue à risca as regras para a participação no programa. Ninguém participa sem passar por eles, sem enviar vídeos, sem enviar informações sobre a escola, sobre as musicas que irão dançar/tocar, sobre o figurino, etc. A Qualité tem um papel fundamental. Filtramos todos os pedidos e exigências da Disney e ajudamos a escola com tudo. A escola só se preocupa em nos passar as informações e nós resolvemos tudo”, explica a empresária.

Plano de Carreira
Fabiana ressalta ainda que o sonho dos dançarinos que participam do programa não para em Orlando. Com a Qualité Turismo é possível seguir se apresentando em outros palcos da Disney pelo mundo: “O diferencial do programa Disney Performing Arts oferecido pela Qualité Turismo é que os grupos têm a oportunidade de seguir em um plano de carreira e se apresentar na Califórnia, nos Estados Unidos, Paris, na França e Hong Kong, na China.”

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