Referências e valores que norteiam a conduta humana

Muitos sabem que é preciso escolher para continuar a caminhar, sendo assim é preciso atribuir valor as coisas, produzindo uma escala hierárquica de valores, que ficará estruturada entre a de maior e de menor valor, e assim se determine dentre as alternativas a sua escolha.

Não é fácil escolher, não é fácil identificar a alternativa correta para você e por isso existe o dilema, quando a escolha a se fazer não é tão evidente assim, quando uma escolha implicará em várias renúncias e daí a angústia, pois a vida não “anda” sem tomarmos decisões.

Existe um ponto muito importante também que precisa ser ressaltado neste tema, que são as referências, pois até mesmo para ser construir uma escala de valor é preciso ter referência para que estas possam servir de base na construção destes valores.

Não é à toa que para nos referirmos a um bom pai damos exemplos de bom pai, quando falamos para alguém melhorar em algo é necessário ter referências do que de fato seja essa melhora, através de exemplos a serem seguidos. Um exemplo é o filho que se tornou bom pai tendo como referência o próprio pai, de um grande jogador de futebol que se tornou craque tendo como referência o seu ídolo de infância.

Podemos entender então que de acordo com a escolha a ser feita tanto para seguir um caminho familiar, como ser um bom pai, ou um caminho profissional, como ser um bom jogador, ambos tiveram em suas referências a fonte inspiradora para suas escolhas.

Se perguntasse a você: – Quais são os fatores mais importantes para que se exerça uma escolha? O que você responderia?

A liberdade para escolher o caminho a ser seguido seria o fator mais importante de todos, a liberdade de escolher sem que essa sofra a menor interferência de ninguém, sem que essa seja moldada aos desejos que não sejam do dono da escolha.

Existem pessoas que escolhem coisas que são completamente antagônicas as que outras escolhem, podemos dar um exemplo de forma geral quando envolve relatividade e relativismo. Pessoas que primam pela relatividade, são aquelas que pondera o melhor caminho a ser seguido, que pensa nos melhores meios a serem utilizados antes de fazer uma escolha.

Já aquelas que primam pelo relativismo, não pensam nos meios muito menos nos caminhos, pensam diretamente nos resultados, se os meios ou caminhos a serem seguidos redundar no resultado que é esperado, tudo terá valido a pena, mesmo que essas escolhas impliquem em prejuízos para outras pessoas, mesmo que manchem a sua imagem. Logo a escolha não é o que importa para essas pessoas, mas sim os resultados que ela irá proporcionar.

 

Joias Nativas
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André do Carmo
Diretor da RH Sênior Consultoria e Treinamento, Professor e Consultor de recursos humanos, administração e finanças, especialista em sistemas de recompensas como: cargos e salários, remuneração variável, benefícios e avaliação de desempenho. Atuou em grandes empresas com destaque para: PricewaterhouseCoopers, Coca-Cola e Banco Safra S/A, onde desenvolveu diversos projetos na área administrativa, financeira e de recursos humanos. Especialista em recursos humanos e administração estratégica, ministrou aulas em MBA de Gestão de Pessoas na Unigranrio e SENAC – FATEC, em disciplinas voltadas para cargos e salários e avaliação de desempenho.

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