Rio é o destino mais procurado para o Réveillon

Foto: Divulgação

O Rio de Janeiro já tem cerca de 50 mil quartos reservados para o Réveillon, conquistando o posto de destino nacional mais procurado para a data – seguido por Florianópolis (SC) e Porto Seguro (BA). A cidade já apresenta uma ocupação hoteleira 25% maior do que o mesmo período do ano passado. A oferta também foi maior em consequência da Olimpíada na capital, evento que motivou a construção de 18 mil novos quartos. Mais de 800 mil turistas são esperados para o Ano Novo.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), até o início desta semana a previsão de quartos já reservados para a virada do ano era de 78%. A região de Copacabana/Leme vem liderando a procura (86%), seguida de Ipanema/Leblon (83%) e Flamengo/Botafogo (81%). O Centro apresenta 61% de quartos ocupados.

Na Barra da Tijuca, que este ano contará com dez pontos de queima de fogos, já considerado o maior Réveillon da região, a ocupação está em 79%. Turistas e moradores, em qualquer ponto do bairro, terão acesso ao espetáculo pirotécnico que iluminará o céu da Barra ao Recreio. Serão, ao todo, cinco toneladas de fogos, com duração entre três e 12 minutos. Os cinco estrelas do bairro já registram média de 87%.

Para a temporada de verão, a expectativa da ABIH-RJ é alcançar ocupação média de 68%, entre janeiro e março.

No porto

O Píer Mauá aguarda, para o último fim de semana deste ano, três cruzeiros. Durante a alta temporada, que vai até abril, chegarão pelo Porto do Rio de Janeiro mais de 350 mil pessoas, entre passageiros e tripulantes.

Inaugurado em julho, o novo sistema de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário da região, feito em parceria com a Cedae, atenderá os navios. O equipamento tem capacidade para retirar e transportar – por meio de um grande tubo coletor que corre subterrâneo pela Avenida Rodrigues Alves – todo o esgoto proveniente das embarcações.

Joias Nativas

1 COMENTÁRIO

  1. O Brasil poderia ter muito mais turistas, mas precisaria de mudanças e investimentos para isso. Um exemplo é a arcaica lei que proíbe cassinos, sendo que vários países usam esse tipo de empresa a favor da economia. Nem mesmo slot e jogos simples são permitidos. Tenho certeza que uma insituição de grande porte poderia se interessar em abrir filiais no país.

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