Técnicos da Defesa Agropecuária finalizam inquérito sorológico para peste suína

O Rio de Janeiro, que recebeu em maio o reconhecimento internacional de Zona Livre de Peste Suína Clássica (PSC), da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), concluiu a primeira etapa do inquérito sorológico, necessário para o monitoramento de criatórios em território fluminense, finalizando as coletas de sangue dos animais.

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Sanidade de Suídeos no estado, Ana Christina Novaes, em 2016, foram realizadas coletas de sangue de suínos em 320 propriedades. A Peste Suína Clássica, doença causada por um vírus, é altamente contagiosa, provoca febre alta, manchas avermelhadas pelo corpo, paralisia nas patas traseiras, dificuldades respiratórias e pode levar à morte do animal.

De acordo com a Defesa Agropecuária, da Secretaria de Agricultura, entre 2013 e 2015, foram realizadas coletas de amostras de sangue de suínos de criatórios de subsistência e de granjas, totalizando cerca de 2,2 mil análises de material, encaminhado ao laboratório do Ministério da Agricultura para a realização dos exames que comprovaram ausência do vírus da PSC no estado.

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