A Argentina anunciou uma redução da pobreza em proporção inédita nos últimos sete anos. O dado oficial do Indec sai enquanto o presidente Javier Milei enfrenta rejeição alta.
Queda da pobreza ocorre, mas o presidente segue com rejeição forte
O levantamento oficial do Indec, equivalente ao IBGE, mostra uma queda no número de pobres. Ao mesmo tempo, uma pesquisa sobre a opinião do eleitorado coloca Milei entre os líderes mais rejeitados da América Latina.
Na avaliação do governo, o cenário também aparece com rejeição mais alta do que apoio. A diferença aparece nos números sobre desaprovação e aprovação do mandato.
Indec aponta pobres em 28,2% e Milei tem 62% de desaprovação
O Indec informou que a fatia de pobres caiu de 38,1% da população em 2024 para 28,2% no ano passado.
Com isso, 13,2 milhões de argentinos vivem na pobreza. O dado soma 2,1 milhões de famílias, que representam 21% do total, e mostra que três em cada dez são jovens de 15 a 29 anos.
O levantamento ainda traz 1,9 milhão de pessoas na indigência ou miséria absoluta, com renda beirando seis reais por dia. Em pesquisa AtlasIntel/Bloomberg feita entre 20 e 24 de março, Milei aparece com 62% de desaprovação e 36% de apoio.
Peru vota em 12 de abril e Sheinbaum segue como exceção em popularidade
No ranking de impopularidade, o peruano José Balcázar aparece com 61% de reprovação. Ele é presidente interino e vai enfrentar eleição no domingo 12 de abril, quando o Peru escolhe o futuro governante.
A pesquisa também cita Gustavo Petro com 55% de repúdio e Lula com 54%. A exceção citada é a mexicana Claudia Sheinbaum, com aprovação de 54%, quase a mesma de 60% de janeiro de 2024, quando assumiu o poder.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.