O dólar comercial fechou o último pregão com leve alta de 0,17% e foi cotado a R$ 5,15. A cotação ficou pressionada por ameaças de Donald Trump ao Irã e pela incerteza sobre um cessar-fogo no Oriente Médio.
Trump aumenta pressão e mercado reage à chance de cessar-fogo
O desempenho do dólar foi afetado pelas expectativas de um acordo de cessar-fogo no Oriente Médio, depois de um ultimato de Donald Trump ao Irã.
Nesta terça-feira (7), Trump disse na rede Truth Social que “toda uma civilização morrerá hoje à noite” se um acordo não fosse firmado durante o dia. O vice-presidente, JD Vance, afirmou que o conflito será concluído “muito em breve” e citou a expectativa de avanços diplomáticos até 21h do horário de Brasília.
Irã suspende tratativas e Paquistão pede extensão; Brasil registra superávit em março
O New York Times informou que o Irã suspendeu as tratativas com os EUA e avisou ao Paquistão, mediador das negociações, que não vai participar de novas conversas sobre cessar-fogo.
No fim da sessão, o Paquistão pediu que os EUA estendessem o prazo de tratativas por duas semanas. No Brasil, a balança comercial teve superávit comercial de US$ 6,405 bilhões em março, com US$ 31,603 bilhões em exportações e US$ 25,199 bilhões em importações, segundo dados do MDIC divulgados nesta terça-feira (7).
Euro sobe e dólar sobe junto; prazo de Trump vira referência para o câmbio
O DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra, teve baixa de 0,33% no pregão.
O euro encerrou a sessão em alta de 0,66%, cotado a R$ 5,97. O prazo citado por Trump, 21h do horário de Brasília, segue como referência para a movimentação do mercado.
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