Uma delação em negociação no STF sobre um suposto esquema de corrupção no INSS pode virar mais uma crise política em Brasília. O caso tramita ao mesmo tempo em que o STF analisa outra apuração ligada ao Banco Master.
Delação do INSS corre no STF junto com investigação do Banco Master
No programa Ponto de Vista, Marcela Rahal conversou com o colunista Robson Bonin, de Radar, sobre os bastidores da apuração.
Segundo Bonin, o material entregue ao STF busca fechar uma delação premiada e pode trazer novos avanços nas investigações.
O que a negociação no STF reúne e como as provas passam por checagem
O empresário Maurício Camisotti apresentou anexos, depoimentos e provas para tentar firmar um acordo. O conteúdo segue sob análise do gabinete do ministro André Mendonça.
Antes de qualquer homologação, o STF precisa validar o material com checagem de veracidade, consistência e ineditismo.
Bonin também afirma que a investigação do INSS avança mais rápido e que o material pretende explicar a origem e a expansão do esquema.
Quem pode ser citado e o que muda após a validação
A delação envolve um grupo amplo de pessoas. Camisotti teria citado ex-ministros do atual governo, políticos no Congresso e servidores do próprio INSS.
O relato aponta desvio de recursos com várias frentes, incluindo operadores políticos, estruturas financeiras de lavagem de dinheiro e escritórios de advocacia.
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