O Senado rejeitou o nome de Jorge Messias para o STF nesta quarta-feira, 29, e a decisão virou motivo de comemoração entre bolsonaristas. O placar foi de 42 a 34.
Rejeição de Messias no Senado marca primeira derrota do tipo desde 1894
A reprovação do advogado-geral da União, Jorge Messias, aconteceu na votação no Senado após aprovação na CCJ.
O episódio é tratado como histórico, porque foi a primeira vez, desde 1894, que a rejeição do tipo ganha comemoração em peso pelos bolsonaristas.
Votação trava indicação de Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo por 42 a 34
Segundo o texto, o nome de Messias foi indicado por Luiz Inácio Lula da Silva para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação no Senado terminou com rejeição por 42 a 34.
O material informa que a projeção do governo era de que o grupo teria maioria no Senado.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escreveu no X que o Senado “fez história” e evitou que “a esquerda e o PT” aparelhassem o Estado e a Justiça. Ele também citou o tema no contexto de um embate com Messias durante a sabatina sobre o 8 de janeiro de 2023.
Senadores citam disputas sobre STF e temas da sabatina após a derrota no plenário
Tereza Cristina (PP-MS) afirmou que o Senado foi “soberano” e cumpriu o “papel constitucional”. Carlos Portinho (PL-RJ) disse que a derrota do AGU no Senado seria o fim da gestão petista.
O texto também traz falas de Sergio Moro (União Brasil-PR), que comentou contradições apontadas na sabatina, e de Romeu Zema, além de Ronaldo Caiado, que afirmou que o Senado não aceitou a indicação feita por Lula.
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