O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, visitou o Vaticano para tentar aliviar a briga aberta pelo presidente Donald Trump contra o papa Leão XIV. O pontífice, porém, indicou que não vai evitar um novo confronto.
Encontro de Marco Rubio no Vaticano não fecha a discussão com Trump
O governo americano tentou passar a ideia de que as conversas foram “amistosas”. O encontro também foi usado para mostrar “relações sólidas” com a Santa Sé.
Mesmo assim, Leão XIV pediu a Deus para que líderes “acalmem o rancor”. O recado do papa mantém o tema em aberto.
Confronto repercute nos EUA e pressiona o eleitorado conservador
Em meio à rixa, correligionários de Trump também podem sentir o impacto no país. O presidente chega perto das eleições de meio de mandato, em novembro.
O historiador Robert Orsi, da Universidade Northwestern, disse que a maioria dos católicos americanos votou em Trump, mas que o entusiasmo pelo presidente está diminuindo. O teólogo Steven Millies afirmou que o conflito público custa mais para Donald Trump.
O caso ganhou força com imagens geradas por inteligência artificial postadas na rede social de Trump. Nas montagens, ele aparece como Jesus Cristo e até como o próprio papa.
Midterms em novembro colocam o desgaste na disputa por cadeiras
As midterms definem o controle do Congresso, hoje com os republicanos. Mudanças de humor em grupos específicos podem decidir disputas em estados-pêndulo como Pensilvânia, Wisconsin e Arizona.
William Barbieri citou a queda de aprovação por outros motivos, como a guerra no Irã. O episódio com Leão XIV segue como mais um fator no cenário eleitoral.
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