Oposição do governo Lula já montou uma reação à decisão de Alexandre de Moraes, do STF, que suspendeu a Lei da Dosimetria. Agora, parlamentares preparam pressão no Congresso para retomar pautas ligadas ao STF.
Parlamentares querem usar a decisão de Moraes para empurrar agendas no Congresso
Os opositores afirmam que vão trabalhar para que a pauta anti STF volte a andar dentro do Congresso.
O plano envolve acionar a liderança dos dois lados do Legislativo para destravar discussões que atingem diretamente decisões do Supremo.
Pressão à Câmara e ao Senado envolve PEC sobre decisões monocráticas e anistia ligada a 8 de Janeiro de 2023
Os parlamentares devem pressionar os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, para retomar a agenda anti STF.
A oposição espera uma nova ofensiva para que Motta dê andamento à PEC que busca limitar decisões monocráticas no STF. O texto avançou na CCJ da Câmara em outubro de 2024, mas a comissão especial, próxima etapa, nunca foi criada.
No Senado, os opositores querem que Alcolumbre paute um projeto de anistia para remover as penas de envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Em paralelo, os parlamentares farão novas provocações sobre a chance de o Senado apreciar um pedido de impeachment de Moraes.
Próximas cobranças miram a pauta de Motta e o agendamento de Alcolumbre
A oposição pretende insistir com Motta para destravar a PEC sobre limites a decisões monocráticas no STF.
Com Alcolumbre, a cobrança envolve a marcação do projeto de anistia e a discussão sobre um pedido de impeachment de Moraes.
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