Ronaldo Caiado e Romeu Zema elogiaram a decisão do presidente americano Donald Trump de classificar o Comando Vermelho e o PCC como grupos terroristas. Renan Santos criticou a medida e disse que “Americano nenhum vai matar nossos bandidos”.
Direita repercute classificação de PCC e CV como terrorismo nos EUA
Os presidenciáveis da direita reagiram à decisão de Trump de enquadrar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.
Na mesma onda, cada candidato usou o episódio para falar de segurança e criticar quem pensa diferente.
Zema diz que “reconhece” Flávio e Caiado contrasta com Lula; Tarcísio também elogia
Romeu Zema afirmou em vídeo que “reconhece” o trabalho de Flávio Bolsonaro por ter feito “aquilo que o Lula já deveria ter feito há muito tempo”.
Zema também comentou a colaboração americana e publicou um post no qual ele diz: “Finalmente PCC e Comando Vermelho são considerados grupos terroristas. Reconheço o trabalho do Flávio”.
Ronaldo Caiado elogiou Trump e comparou a reação do governo Lula, dizendo que “o Lula os classifica como vítimas dos usuários de drogas”. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas também endossou a medida ao afirmar que “PCC e CV não são facções: são terroristas armados contra o povo brasileiro”.
Renan Santos é o único a criticar; frase cita “honra e glória aos nossos policiais”
Renan Santos, do Missão, foi o único presidenciável que criticou a decisão de Trump.
Ele disse: “Americano nenhum vai matar nossos bandidos. Quem vai matar seremos nós. Honra e glória aos nossos policiais”. Ele ainda compartilhou o vídeo de Romeu Zema e chamou de “falta de amor próprio” elogiar Flávio.
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