A Prefeitura do Rio autorizou, no Diário Oficial desta quinta-feira (2), uma contratação direta e sem licitação, em caráter emergencial, para gerir duas vilas olímpicas na cidade. A medida envolve repasses que somam mais de R$ 7,5 milhões em um ano.
Contratação emergencial para manter atividades esportivas nas vilas olímpicas
As contratações foram autorizadas para a gestão administrativa e esportiva das vilas olímpicas. A Prefeitura cita o mecanismo da Nova Lei de Licitações para permitir dispensa do processo licitatório tradicional em cenários de urgência.
A justificativa apresentada busca evitar a interrupção das atividades esportivas e de lazer voltadas às comunidades.
Quem vai administrar cada vila e quanto será repassado
Na Vila Oscar Schmidt, na Barra, a gestão ficará com o Instituto de Ação Social Cultural Esporte e Lazer (Iascel). O repasse informado para um ano é de R$ 3.062.646,75.
Já a Vila Olímpica Waldir Pereira, na Barra da Tijuca, será administrada pela Associação Observatório Social. O repasse divulgado para o período é de R$ 4.505.198,04.
SEI trava acesso aos documentos do processo 001500.000748/2026-81
Mesmo com extratos com valores e nomes das instituições terem vindo a público, a fiscalização enfrenta restrições. Em consulta ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI) da Prefeitura do Rio, os dados detalhados do processo administrativo 001500.000748/2026-81 (referente à Vila Oscar Schmidt) ficam com acesso fechado.
Para ver a íntegra dos despachos, ofícios e do projeto básico, o sistema exige peticionamento de “Solicitação de Vistas”, o que impede acesso imediato e direto aos documentos.
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