Alexandre Knoploch (PL) se manifestou nas redes sobre a Operação Ouroboros, do Ministério Público do Rio (MPRJ), que prendeu seu pai, Mauricio Silva Knoploch, e sua cunhada, Amanda Íthala Santos da Paschoa. A ação teve como alvo o Instituto Rio Metrópole (IRM) nesta quinta-feira (09).
Operação Ouroboros mira o Instituto Rio Metrópole e prende presidente do IRM
A Operação Ouroboros foi deflagrada pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) nesta quinta-feira (09). A ação mirou o Instituto Rio Metrópole (IRM), autarquia estadual.
Segundo as investigações, contratos ilegais somaram R$ 86 milhões. Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM, também foi preso na operação.
Deputado diz que não foi indicação política e relembra atuação no IRM desde 2019
Alexandre Knoploch relatou nos stories do Instagram que recebeu com surpresa as informações sobre a operação no Rio Metrópole. Ele afirmou que a permanência do pai na autarquia não depende de indicação política sua.
O deputado disse que atua no órgão desde 2019, quando foi nomeado pelo então governador Wilson Witzel. Mauricio Knoploch é diretor de planejamento e projetos do IRM e membro da comissão de licitação.
Knoploch afirma que não participa da gestão e pede apuração dos fatos
Nos stories, ele reforçou que não participa da gestão da autarquia. Também disse que os temas de escopo do órgão ficam longe de sua atividade parlamentar.
O deputado declarou: “Espero que se apure tudo o que está acontecendo, que se chegue, de fato, a saber se há ou se não há algo errado”.
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