Tebet mira Senado por SP e diz que eleitor paulista está cansado da polarização

Simone Tebet, pré-candidata do PSB ao Senado em São Paulo, conversou sobre a campanha e rebateu críticas do governador Tarcísio de Freitas. Ela também falou em diálogo com o eleitor e em desgaste do público com a polarização.

De MDB à pré-candidatura no PSB, Tebet mudou domicílio e mira o Senado por São Paulo

Simone Tebet já atuou como prefeita, deputada estadual e senadora por Mato Grosso do Sul.

Em 2022, ela foi designada pelo MDB para a disputa da Presidência e ficou em terceira colocação, com pouco mais de 4% dos votos válidos.

Após apoio a Lula no segundo turno, Tebet foi convidada para comandar o Ministério do Planejamento e Orçamento e ficou à frente da pasta até o fim de março deste ano.

Ela saiu do governo federal, se filiou ao PSB e mudou o domicílio eleitoral para São Paulo, passos que viabilizaram sua pré-candidatura ao Senado.

Tebet diz que agenda fala com a capital, o interior e com eleitorado “cansado” da divisão nacional

Nesta semana, Tebet discutiu estratégias para os próximos meses de campanha e analisou a situação econômica paulista.

Ela afirmou que sua agenda gera identificação na capital e na região metropolitana, com pautas ligadas à mobilidade urbana, segurança pública, habitação e saúde.

No interior, ela citou a origem e a conexão com o agronegócio como pontos de ligação.

A pré-candidata também disse que seu perfil mais ao centro afasta dos extremos ideológicos e afirmou que percebe “um cansaço muito grande” do eleitor.

Ela responde a Tarcísio sobre dívida e crescimento: “São Paulo só avançou 0,5%” em 2025

Tebet tratou como “absoluta inabilidade política” a declaração de Tarcísio de Freitas sobre ela e Marina não terem iniciado a carreira política no estado.

Ela disse que Tarcísio não reconhece os esforços federais por São Paulo e citou que o Governo Federal do presidente Lula negociou a dívida dentro da legalidade, pelo Ministério da Fazenda.

Segundo Tebet, há “1 bilhão de reais a mais em caixa” por mês e ela comparou o crescimento: em 2025, o Brasil avançou 2,3%, enquanto São Paulo teve alta de 0,5%.

Ela afirmou que esses números colocam em xeque o discurso de gestor e fez a pergunta sobre quanto seria o crescimento do Brasil se São Paulo tivesse crescido 2,3%.

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