Uma pesquisa da Quaest mostra Ratinho Junior, do Paraná, com 81% de aprovação, mas a intenção de voto para o sucessor ainda não reagiu na mesma velocidade. Rubens Figueiredo, no programa Ponto de Vista, explicou por que o eleitor pode demorar a converter popularidade em voto.
Por que aprovação alta não vira voto imediato para o sucessor
Rubens Figueiredo disse que a distância entre popularidade e intenção de voto pode diminuir conforme a campanha avança.
Ele apontou o baixo conhecimento dos sucessores como uma das razões para esse descompasso.
Quaest mediu dez estados e mostrou maior aprovação em Ratinho Junior
A Quaest realizou pesquisas em dez estados e encontrou a maior aprovação entre os governadores em Ratinho Junior, com 81%.
O levantamento também mostrou índices baixos para mandatários que assumiram recentemente, em um cenário com pouco conhecimento de parte do eleitorado sobre esses nomes.
No Paraná, mesmo com os 81% atribuídos a Ratinho Junior, seu candidato Sandro Alex ainda não “deslanchou”. Em Minas, Mateus Simões também aparece com dificuldades eleitorais.
‘Lei eleitoral dos 55%’ pode influenciar a hora da sucessão
Figueiredo citou uma regra prática em disputas eleitorais: quando o governador ou prefeito tem avaliação acima de 55%, uma aprovação acima de 55% na medição binária, “dificilmente ele perde a eleição”.
Ele também disse que, no início da campanha, a diferença entre aprovação e intenção de voto pode mudar quando os eleitores começarem a identificar melhor quem representa a continuidade de cada administração.
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