Zema diz que quer privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa em 2027, afirma Carlos da Costa

Romeu Zema prevê privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal a partir de 2027, diz Carlos da Costa. A proposta entra no plano econômico do Novo e mexe no destino de empresas públicas e de imóveis da União.

Proposta do Novo mira estatais e mudanças nas políticas sociais

Carlos da Costa atua como secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade no governo de Paulo Guedes e agora coordena a plataforma econômica de Zema, do Novo.

O conselheiro também fala em enxugar políticas sociais “multiplicadas sem eficácia”. Ele cita a gestão de Lula como base desse corte, conforme a fala reproduzida na reportagem.

Privatizações, corte de gastos e meta de vender imóveis da União

Segundo Costa, o plano começa com a privatização de Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal já em 2027. Ele diz que, juntas, as empresas somam 70% do valor das empresas públicas.

O conselheiro afirma que a venda de pelo menos um quarto dos imóveis da União pode render entre R$ 200 bilhões e R$ 250 bilhões. Ele também cita a ideia de cortar gastos em 2% do PIB no primeiro ano e combater fraudes, além de mexer em privilégios e na Previdência.

Na parte fiscal, Costa fala em reinstalar o teto de gastos, congelar o aumento das despesas acima da inflação e criar um gatilho automático ligado ao aumento da arrecadação. Ele menciona também o Pronampe com garantia parcial para empresas operacionalmente saudáveis, mas com dívidas ligadas aos juros, e o open scoring para pessoas físicas, com autorização para acesso aos dados das instituições financeiras.

Trabalho começa no 1º ano e inclui preparação de equipe para a posse

Carlos da Costa afirma que o Novo se inspirou em uma plataforma ligada à Heritage Foundation, do ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos, e que o partido teria treinado cerca de 400 pessoas para serem nomeadas no dia da posse.

Ele diz ainda que o plano inclui a previsão de privatizações já no primeiro ano do governo, começando por Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além da venda de imóveis da União.

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