O Ibovespa fechou o último pregão aos 177.894,97 pontos, com queda de 0,03%. O índice foi pressionado por Petrobras e distribuidoras de combustíveis, que acompanharam a baixa do petróleo.
Queda do petróleo derruba ações da Petrobras e limita desempenho do Ibovespa
As ações da Petrobras tiveram desempenho negativo. As distribuidoras de combustíveis também recuaram e acompanharam a queda das cotações internacionais do petróleo.
O barril do Brent caiu para abaixo de US$ 80 pela primeira vez desde meados de julho. A queda aconteceu diante da expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
Produção industrial de junho vem pior que o esperado e reforça aposta em novo corte da Selic
No Brasil, a produção industrial de junho registrou retração de 1,8%. O número ficou acima da queda esperada pelo mercado.
Com isso, o mercado reforçou as apostas de um novo corte da taxa Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa de juros menores ajudou a aliviar a curva de juros e deu suporte às ações de empresas ligadas à economia doméstica.
O volume total negociado na B3 foi de R$15,38 bilhões, com 2.322.286 em negócios.
Destaques do pregão: altas de RCSL3F e AZUL99 e quedas de JFEN3F e SAUD3
Entre as maiores altas, Recrusul SA (RCSL3F) subiu 14,89%. Azul S.A. (AZUL99) avançou 13,65%.
Entre as maiores quedas, Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3F) caiu 14,81%. Bradsaude SA (SAUD3) recuou 11,56%.
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