A campanha presidencial de Flávio Bolsonaro vai usar nas redes a ideia de “dor real” de famílias de baixa renda e classe média sob o governo Lula. O plano mira rádio e TV a partir de 16 de agosto e busca atacar segurança pública e poder de compra.
Peças de rádio e TV destacam violência urbana e queda na qualidade de vida
O material trata como aposta os relatos ligados ao medo da violência urbana.
A campanha também cita críticas à perda do poder de compra e afirma que isso levaria as pessoas a trabalhar mais para manter o consumo.
Quaest aponta percepção de piora da economia e roteiro mira “porta de saída” do Bolsa Família
Segundo a pesquisa Quaest citada no texto, 43% dos entrevistados disseram que a economia piorou nos últimos doze meses. Só 20% afirmaram que a economia melhorou.
O conteúdo inclui cenas de famílias que dependem do Bolsa Família e sofrem com a falta de saída. Em inserções com esse mote, a pergunta-chave citada é “Você quer que seu filho tenha uma vida melhor que a sua ou a mesma vida que você teve?”
Classe média entra no roteiro com perda de padrão em escola e plano de saúde
Outra parte da propaganda mira a classe média com a ideia de que o pai trabalharia a vida inteira para dar a melhor escola e, depois, precisaria reduzir o padrão. O texto também cita a redução do padrão do plano de saúde da família.
O material associa a disparada da dívida pública sob Lula, de 71,7% para 81,9% do PIB, ao encarecimento dos alimentos no supermercado e à falta de investimentos para trazer crescimento e prosperidade.
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