Em meio à disputa por vaga de deputado federal no Rio de Janeiro, o número de urna “chiclete” vira um trunfo de marketing por ser mais fácil de memorizar. O texto destaca padrões numéricos que reduzem o esforço do eleitor na hora de votar.
Por que números fáceis viram “ativo” na disputa por deputado federal no Rio
O material diz que a lógica nos bastidores segue uma ideia de memorização. Quanto menor o esforço mental no teclado, menor a chance de erro.
Com muitos candidatos na lista do Rio de Janeiro, o número “chiclete” aparece como opção que “gruda” na cabeça pela simplicidade, ritmo ou simetria.
Exemplos de urna repetida, sequência e palíndromo citados na lista
O texto traz candidatos com tudo repetido, como Soraya Santos (2222), Shirlei Engel (3333) e Rueda (4444), além de exemplos de “Escadinha” como Axel Grael (1234) e o Professor Rodney (4321).
Entre os números “milhar redonda”, aparecem Pastor Alex Gonçalves (1000), Vitor Junior (1200), Lindbergh (1300), Sargento Portugal (2000), Tarcísio Motta (5000), Welington Braga (7000) e Esteban Crescente (8000).
O artigo também cita palíndromos, como Freixo (1331), Felipe Corrêa (1551), Luiz Lima (3030), Carla Campos (3553) e Dudu Nunes (7007), além de padrões com repetição de pares como Luis Carlos Gomes (1010), Julio Lopes (1111), Marcos Tavares (1212), Luciano Vieira (4545) e Marcio Ribeiro (5555).
Onde consultar a lista completa e dados oficiais no TSE
Para checar a lista completa de concorrentes e dados oficiais das eleições, o texto indica acessar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou consultar a plataforma DivulgaCand do TSE.
O material diz que, para quem não encontra um número fácil, a orientação apresentada é reforçar a panfletagem até o dia da eleição.
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