Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, passou a comandar uma nova linha de política externa para o continente americano, com mudanças em decisões e negociações. A atuação dele coloca a Venezuela e Cuba no centro do debate neste momento.
Doutrina Monroe ganha “versão” com Rubio e deixa incerteza no continente
O texto compara o atual comando de Rubio com a Doutrina Monroe, que foi criada por John Quincy Adams, quando ele era secretário de Estado. A ideia atual seguiria um caminho parecido para a América, mas com resultados que ainda variam.
O artigo também aponta um clima de tensão maior nas relações dos Estados Unidos com outros países. Como exemplo, cita o cancelamento do visto da embaixadora brasileira, descrito no passado como uma declaração de guerra.
Venezuela na mira: captura de Nicolás Maduro e convivência com o regime chavista
O texto levanta o contraste entre a captura de Nicolás Maduro e a continuidade da estrutura do regime chavista. Ele também pergunta o que impede uma mudança mais rápida após a fuga de figurões e o retorno de María Corina Machado.
O artigo cita uma pesquisa da Meganálisis. Na amostra de cidadãos, 22% disseram que Donald Trump quer o melhor para o país, 21% acham que não e 58% não sabem.
O texto menciona que Rubio afirma que as negociações estão bem encaminhadas. Ele não detalha quando haverá eleições, como será a redemocratização, se haverá anistia e quanto tempo duraria um plano de três fases para a Venezuela.
Cuba e eleições na pauta, enquanto Lula mira Rubio e ainda não há números fechados
O artigo diz que a postura em relação a Cuba tem “muitas ambiguidades”. Rubio teria afirmado que, até o fim do governo Trump, Cuba estará no “caminho irreversível” da mudança.
Sobre o Brasil, o texto registra que o presidente Lula tenta separar Rubio de Trump, concentrando críticas no secretário de Estado. Ele cita que Lula chamou Rubio de “latino-americano frustrado” e disse que “não gosta do Brasil”.
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