Europol aponta roubos mais violentos a museus e ouro como alvo na Europa

Um relatório da Europol aponta que roubos de arte estão mais violentos na Europa e que gangues miram ouro, joias e itens de alto valor cultural. A agência também alerta para aumento de recrutamento via redes sociais.

Relatório da Europol liga roubos a museus a ferramentas mais agressivas

A Europol publicou o relatório nesta segunda-feira, 24, dizendo que os assaltos em museus ficaram mais agressivos.

Segundo o documento, criminosos passaram a usar marretas, explosivos e armas de fogo para invadir as instalações e intimidar funcionários.

Ouro dispara e exemplos citados incluem Louvre e roubo na Holanda

A Europol diz que itens de ouro visados pelas gangues incluem pepitas, moedas e joias.

A agência afirma que metais preciosos podem ser derretidos, sem deixar rastros, e que pedras preciosas podem ser removidas e vendidas depois. No relatório, a Europol também cita que o preço do ouro subiu 85% nos últimos dois anos.

O documento menciona o roubo no Museu do Louvre, em Paris, em outubro do ano passado, quando ladrões ameaçaram guardas e visitantes e roubaram joias no valor de 88 milhões de euros.

Criminosos recrutados online substituem gangues e mudam o perfil dos roubos

A Europol afirma que quadrilhas especializadas, que atuavam de forma mais centralizada, foram substituídas por criminosos recrutados por plataformas digitais.

A agência diz que os roubos recentes foram feitos por grupos descentralizados e improvisados para buscar lucro.

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