Pesquisa Quaest indica que Carlos Bolsonaro (PL) pode ter dificuldade para conquistar uma vaga de senador por Santa Catarina. O levantamento foi feito entre 20 e 23 de agosto e divulgado na segunda-feira, 24.
Transferência do domicílio eleitoral em SC e reação de aliados locais entram no radar
Carlos Bolsonaro construiu a carreira política no Rio de Janeiro, onde nasceu. Ele transferiu o domicílio eleitoral para Santa Catarina para tentar uma vaga no Senado.
Segundo o texto, a iniciativa contou com apoio de seu pai e irritou aliados locais de direita. A mudança também teria constrangido o governador Jorginho Mello (PL).
Intenções de voto e margem de erro: Carlos aparece com 16% no cenário principal
No principal cenário, que soma intenções de voto para as duas primeiras vagas, Carlos Bolsonaro tem 16%. O número está empatado tecnicamente com Esperidião Amin (PP), que tem 19%, e com Caroline de Toni (PL), que tem 12%, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento também mostra Décio Lima (PT) com 9%. O texto coloca Afrânio Boppré (PSOL) com 2% e Antídio Lunelli (MDB) com 2%, além de outros percentuais para candidatos com participação menor.
Governador em foco: Jorginho Mello tem 50% na disputa ao governo
Na disputa ao governo, Jorginho Mello tem 50% das intenções de voto, de acordo com a Quaest. O ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues (PSD) aparece com 17%.
Gelson Merisio (PSB), candidato apoiado por Lula no estado, soma 4%. A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre 20 e 23 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
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