O Departamento do Tesouro americano negou credenciais a jornalistas de veículos como The New York Times, The Wall Street Journal e Bloomberg para cobrir a reunião do G20 na Carolina do Norte. O governo do presidente Donald Trump diz que a decisão não tem ligação com ponto de vista.
Decisão do Tesouro pode limitar a cobertura do G20 que começa esta segunda
Os Estados Unidos ocupam a presidência rotativa do G20 este ano.
O Tesouro controla o acesso aos encontros que reúnem ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais das principais economias.
Bloqueio afeta Alan Rappeport e repórteres nos EUA e em outros países
O Departamento do Tesouro se recusou a credenciar vários jornalistas para cobrir a reunião que vai de 31 de agosto até 1º de setembro.
A Bloomberg informou no domingo que seus repórteres nos Estados Unidos, na França, na Itália, no Japão e na China não tiveram acesso e que o Tesouro não explicou o motivo da rejeição.
O The New York Times disse no sábado que o repórter de política econômica Alan Rappeport foi excluído, mas que o chefe do escritório em Berlim recebeu credenciamento.
Scott Bessent diz que medida não mira visão e cita presença de quase 300 jornalistas
O secretário do Tesouro Scott Bessent, anfitrião da cúpula, disse à The Associated Press que a medida não tem nada a ver com ponto de vista.
Segundo o departamento do Tesouro, a cobertura não deve priorizar cliques, interações ou o sensacionalismo, e que o encontro do G20 terá a presença de quase 300 representantes da imprensa de mais de 10 países.
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