Os Estados Unidos registraram o verão mais quente desde o início das medições, em 1865. A NOAA divulgou que a estação, entre junho e agosto, teve temperatura média de 23,6ºC.
Verão mais quente em 132 anos coloca foco em temperaturas extremas nos EUA
A NOAA informou que o resultado superou em 0,2ºC os recordes anteriores de 2021 e 1936. Os dados não incluem os territórios do Havaí e do Alasca.
O levantamento também liga os extremos ao fenômeno El Niño, que já começou a afetar padrões climáticos em várias partes do mundo.
NOAA detalha média de 23,6ºC e mostra que recordes se repetem nos últimos cinco anos
A estação entre junho e agosto atingiu a temperatura média de 23,6ºC. A NOAA disse que isso representou a maior marca desde o começo das medições no país, em 1865.
Segundo os dados, quatro dos verões mais quentes registrados aconteceram nos últimos cinco anos. A lista inclui 2022 e 2024, em quarto e quinto lugares, respectivamente.
O El Niño pode ficar mais forte nos próximos meses e tende a influenciar precipitação, temperatura e riscos ligados a inundações, secas e calor extremo. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) citou esses impactos como parte dos efeitos do fenômeno.
Julho e agosto também bateram recorde, e El Niño segue no radar até 2027
A NOAA já tinha divulgado que julho de 2026 foi o mês mais quente desde o começo dos registros. Em seguida, agosto também entrou como o mais quente desde 1895, com temperaturas médias de 24,2ºC.
O fenômeno El Niño pode continuar contribuindo para temperaturas recordes em 2027. A expectativa apresentada no artigo também aponta a chance de 2026 ficar como o ano mais quente já registrado, acima de 2024.
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