O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, demitiu Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF). A decisão saiu no Diário Oficial da União desta segunda-feira (21) e atinge a atuação dele em uma delegacia em Angra dos Reis.
Demissão de Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal sai no DOU e envolve faltas não justificadas
Eduardo Bolsonaro trabalhava como escrivão da PF em uma delegacia em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio. A demissão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (21).
Ele se mudou para os Estados Unidos em 2025; afastamento da PF ficou para fevereiro de 2026
Segundo o texto, Eduardo Bolsonaro se mudou para os Estados Unidos em março de 2025, depois de dizer que sofria perseguição política no Brasil. Ainda assim, o afastamento do cargo na PF ocorreu apenas em fevereiro deste ano.
No último dia 16 de junho, Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de reclusão. A condenação citada no texto ocorreu por articulação política nos Estados Unidos para pressionar e intimidar o Judiciário brasileiro.
O acúmulo de faltas não justificadas aparece como um dos principais motivos do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) na corporação. O relatório final do PAD foi divulgado no dia 21 de julho, e a decisão definitiva ficou com o ministro da Justiça Wellignton César Lima e Silva.
PAD e condenação já tinham derrubado funções anteriores; decisão vale após publicação no DOU
De acordo com o texto, pelo mesmo motivo ele já perdeu o cargo de deputado federal. A publicação da demissão no Diário Oficial da União desta segunda-feira (21) marca o fim do vínculo dele com a PF no cargo de escrivão.
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