A Quaest vai divulgar na próxima segunda-feira, 28, uma nova pesquisa nacional sobre a disputa pela Presidência da República. O levantamento atualiza os cenários de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro a seis dias do primeiro turno e inclui perguntas sobre rejeição e efeitos do reajuste do Bolsa Família.
Última etapa antes do primeiro turno: Quaest mede voto, rejeição e avaliação do governo
O instituto registra a pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06520/2026. A rodada será a penúltima do instituto antes do primeiro turno e tenta atualizar o que os eleitores pensam no fim da campanha.
Além das simulações de primeiro e segundo turno, a Quaest aplica perguntas sobre firmeza do voto, potencial de voto e rejeição. O questionário também inclui avaliação do governo Lula e perguntas sobre como os eleitores recebem informações sobre os candidatos.
Metodologia e perguntas incluem 13 candidatos, expectativa de vitória e reação a propostas
A pesquisa vai testar um cenário com treze candidatos à Presidência: Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Leonardo Avalanche, Rui Costa Pimenta, Samara e Veterinário Wilson Grassi.
No segundo turno, o levantamento mede cinco confrontos envolvendo Lula. O presidente será testado contra Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Zema.
Entre os blocos novos, a Quaest pergunta sobre o reajuste de 15% no Bolsa Família, que eleva o valor mínimo de 600 para 691 reais. O instituto também pergunta sobre oferta gratuita de canetas de emagrecimento para pessoas com obesidade em acompanhamento médico e sobre medidas de restrição às apostas on-line, especialmente cassinos digitais e o chamado jogo do tigrinho.
Entre 24 e 27 de setembro, Quaest mede mudanças até a eleição e aprovação do presidente
A pesquisa foi realizada com 2.004 eleitores entre os dias 24 e 27 de setembro, por meio de entrevistas presenciais e domiciliares. A margem de erro máxima prevista é de cerca de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O questionário pergunta se a intenção de voto é definitiva ou se pode mudar até a eleição. A Quaest também atualiza a aprovação do trabalho de Lula e a avaliação do governo federal, pedindo se o eleitor aprova ou desaprova e como classifica a gestão.
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