A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) respondeu a uma queixa-crime feita pela defesa de Flávio Bolsonaro contra George Marques da Silva. A defesa pediu prisão preventiva, busca e apreensão por republicar conteúdo sobre fake news.
Secom diz que republicação foi pessoal e fora do expediente
A Secom afirmou que a responsabilidade pela republicação é de George Marques, e não do governo federal.
Segundo a nota, a publicação ocorreu em “perfil particular” do servidor e “fora do horário de expediente”, usando equipamento próprio.
Defesa de Flávio anexou print do X e cita Nossa Senhora Aparecida
Na queixa-crime, os advogados de Flávio, Tracy Reinaldet, Matteus Macedo e Leonardo Castegnaro, acusaram o servidor da Secom de repostar incentivo a fake news contra o senador envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
A defesa incluiu o print de um texto no X (antigo Twitter) que foi repostado por George Marques. No material citado, a mensagem diz: “Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar. Eles fizeram isso em outras eleições e quase nos ferram. Inclusive com a ajuda de uma TV (Jovem Pan). Continuem compartilhando que Nossa Senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte”.
A defesa também pediu à Justiça Eleitoral “medidas cautelares urgentes”, incluindo busca e apreensão e prisão preventiva, além da preservação do conteúdo do perfil no X, inclusive posts excluídos.
Pedido na Justiça Eleitoral inclui preservação de posts e prisão preventiva
A Secom respondeu com um texto que defende “liberdade de expressão e de religião”.
No comunicado, o órgão disse que o episódio envolveu “patrulhamento e a censura” e repetiu que a manifestação foi pessoal, por meio de perfil particular e fora do expediente.
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