Na reta final do primeiro turno, o PT investe em publicações nas redes sociais que associam Flávio Bolsonaro às milícias do Rio de Janeiro. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, também falou sobre o tema em São Paulo.
PT usa posts para ligar Flávio Bolsonaro a milícias do Rio na disputa
As peças publicadas pelo PT associam o rival do PL a milícias do Rio de Janeiro.
O conteúdo cita que, quando Flávio Bolsonaro era deputado estadual, o “Zero Um” empregou em seu gabinete a mãe e a então mulher do ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega.
Mercadante fala na J. Safra Investment Conference e menciona risco de expansão
Aloizio Mercadante participou da 5ª edição da J. Safra Investment Conference em São Paulo, durante esta semana.
Ele disse que a chegada de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto traria o risco de “nacionalizar a cultura da milícia” e aumentar o alcance do crime organizado no Brasil.
Mercadante citou a ideia de ultrapassar “um ponto de não retorno” e chamou esse cenário de “mexicanização” do Brasil, dizendo: “Tem gente que se formou nessa cultura da milícia, nessa cultura do crime, que apoiou ali seis governadores que foram afastados. Vamos trazer essa cultura para os corações do país?”.
Disputa também inclui promessa de classificar PCC e milícias como “narcoterroristas”
Do lado de Flávio Bolsonaro, o discurso citado no texto aposta em linha-dura na segurança pública.
Ele promete seguir os Estados Unidos de Donald Trump e classificar o PCC, o Comando Vermelho e as próprias milícias como organizações “narcoterroristas”, além de dizer que Lula “passa a mão na cabeça” dos integrantes dessas facções.
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