A indefinição na corrida presidencial deve ditar um ritmo praticamente parado nas negociações entre o Brasil e os Estados Unidos sobre o tarifaço aplicado a produtos brasileiros. Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizem que as chances de avanço antes do desfecho da eleição são remotas.
Aliados de Lula apontam poucas chances de avançar antes da eleição
O cenário eleitoral incerto deve influenciar o andamento das conversas sobre o tarifaço.
Aliados de Lula avaliam que as negociações não devem avançar antes do fim da corrida presidencial.
Equipe de Lula vê tempo parado como vantagem e aponta estratégia dos EUA
Nos bastidores, o time de Lula reconhece que o momento ajuda o presidente. A equipe diz que o petista vai seguir explorando a questão da soberania nacional.
O grupo também afirma que vai atribuir as medidas do governo Trump aos produtos brasileiros a articulações do clã bolsonarista.
Os aliados dizem que o ritmo lento das negociações reflete uma decisão da gestão norte-americana. Eles citam que os Estados Unidos operam em compasso de espera até as urnas darem uma resposta sobre o futuro do Brasil.
Negociação segue travada enquanto urnas definem o futuro do Brasil
Com as conversas em compasso de espera, o andamento do tarifaço fica ligado ao desfecho da corrida presidencial.
Até lá, a estratégia citada pelo time de Lula foca em soberania nacional e no enquadramento das medidas de Trump relacionadas aos produtos brasileiros.
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