Stephanie Mullaley, professora do ensino médio de Iowa, nos Estados Unidos, foi demitida depois de oferecer crédito extra aos alunos em troca de doações para uma vaquinha virtual. O caso ganhou destaque após uma decisão sobre o pedido de seguro-desemprego da profissional.
Decisão sobre seguro-desemprego veio após denúncias sobre pressão a alunos
A reportagem do jornal local Iowa Capital Dispatch trouxe o caso à tona na terça-feira 29.
O juiz de direito administrativo Duane Golden conduziu uma audiência para avaliar o pedido de seguro-desemprego e indeferiu a solicitação.
Dá crédito extra e usou GoFundMe com meta de US$ 1.800 para viagem ao Equador
Durante o ano letivo de 2025-2026, Mullaley disse aos alunos que criou uma conta no GoFundMe e que doações em dinheiro dariam pontos extras na nota da disciplina.
Segundo Golden, o Distrito Escolar Comunitário de Clinton tomou conhecimento de que ela estava “usando sua posição como professora para pressionar alunos a doarem fundos”. Por isso, ela foi demitida em 29 de maio por violações da política de ética do distrito.
No GoFundMe, a meta era US$ 1. 800 (aproximadamente R$ 9. 500). A professora escreveu que as doações serviriam para uma “oportunidade única de viajar ao Equador” com o marido em julho de 2026.
Uso do dinheiro e valores recebidos aparecem no texto da vaquinha
Ela disse que o fundo ajudaria com seu trabalho como intérprete “para uma equipe de missão médica” e para “ajudar a superar barreiras linguísticas”. Também afirmou que o marido ajudaria “de todas as formas que puder”.
No texto, Mullaley escreveu que as doações pagariam “transporte, incluindo voos, ônibus e barcos, alimentação e hospedagem em hotel”. Ela teria recebido um total de US$ 140 (aproximadamente R$750) em seis doações, de US$ 5 a US$ 50.
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