Eleição presidencial de 4 de outubro não terá pesquisa boca de urna; entenda o limite das regras

No primeiro turno da eleição presidencial deste domingo, 4, não terá pesquisa boca de urna. A apuração oficial sai rápido e reduz a utilidade desse tipo de levantamento, que só pode ser divulgado após o encerramento da votação.

Regras liberam boca de urna só após 17h, junto da divulgação oficial

A Justiça Eleitoral permite que pesquisas feitas no dia da eleição sejam divulgadas a partir das 17h, pelo horário de Brasília.

Esse horário coincide com o começo da publicação dos resultados oficiais, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também começa a divulgar a totalização dos votos.

Sem boca de urna: custo alto e intervalo menor entre votação e parciais

Quando a publicação fica liberada, o TSE já inicia a divulgação das parciais, o que encurta o tempo de vantagem do levantamento.

O artigo aponta que o custo elevado para entrevistar um grande número de pessoas em poucas horas pesa para que os institutos não façam a operação.

A boca de urna usa eleitores que acabam de sair dos locais de votação e pergunta qual foi a escolha feita na urna, formando uma estimativa estatística do resultado.

Entenda o que conta como boca de urna e por que não é crime

O texto esclarece que a pesquisa não é crime eleitoral, porque é um levantamento estatístico sobre votos já registrados.

O crime de boca de urna envolve tentar influenciar a escolha do eleitor no dia da votação, como pedidos de voto, distribuição de propaganda e arregimentação de pessoas.

Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.