A deputada federal eleita Ana Elisa Santos Silva (PT-MG) disse que recebeu ameaças de morte e de estupro durante a campanha em Minas Gerais. As mensagens chegaram por e-mail em 5 de setembro e a Polícia Civil investiga o caso.
Ameaças incluíram ataques racistas e citação de dados pessoais da candidata
Segundo a denúncia, o autor da mensagem afirmou fazer parte de um grupo supremacista branco.
O conteúdo trouxe ataques racistas e referências à localização de Ana Elisa, com a tentativa de mostrar acesso a informações sobre ela.
Equipe jurídica levou o caso à Polícia Civil e pede que conteúdo não seja divulgado
A campanha de Ana Elisa classificou o episódio como indício de ameaça, racismo e violência política contra a mulher.
Em nota nas redes sociais, a equipe disse que o caso não deveria ser tratado como debate eleitoral e afirmou: “Isso não é debate político, é crime”.
Por segurança, a campanha decidiu não divulgar a íntegra das mensagens e não identificar publicamente o grupo citado pelo remetente.
Ana Elisa publicou fala nas redes e Polícia Civil apura autoria
No dia seguinte ao recebimento das ameaças, ela publicou um pronunciamento nas redes sociais sem detalhar o conteúdo das mensagens.
Nas publicações, Ana Elisa escreveu: “Almejo o dia em que seremos verdadeiramente livres, nem meus ancestrais nem eu, escapamos do medo da morte matada”.
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