O ataque ao aeroporto internacional de Riade, na Arábia Saudita, matou pelo menos 12 pessoas e deixou 309 feridos, segundo autoridades da aviação civil sauditas. O número de mortos e de feridos foi divulgado neste sábado, 10.
Socorro foi mobilizado e embaixadas orientaram a evitar o aeroporto
As autoridades de saúde pediram uma mobilização em massa de médicos para responder a uma “emergência grave”.
Várias embaixadas estrangeiras recomendaram que seus cidadãos evitassem o aeroporto de Riade, enquanto o governo local informava sobre vítimas e impactos no local.
Mortos incluem sauditas e pessoas de outros países; operação ficou suspensa
Entre as vítimas estavam quatro cidadãos sauditas, dois de Bangladesh, um americano, um egípcio, um jordaniano, um sírio, um palestino e um sudanês.
A aviação civil informou que as operações do aeroporto foram suspensas temporariamente para avaliar os danos e verificar a segurança das instalações. Segundo uma fonte hospitalar, cinco pessoas estavam internadas em unidades de terapia intensiva.
Uma fonte diplomática disse à AFP que o ataque ocorreu por volta das 15h locais (9h no horário de Brasília) e que um míssil atingiu o aeroporto. A fonte ligou o ataque aos hutis do Iêmen.
Hutis miram alvos civis e embaixadas falaram em restrição de deslocamentos
O conflito no Iêmen voltou a se intensificar após o fim de uma trégua de quatro anos negociada pela ONU, com a guerra regional no Oriente Médio.
A embaixada dos Estados Unidos na Arábia Saudita disse que estava ciente dos ataques e pediu que seus cidadãos evitassem a área. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que decidirá “muito em breve” se o país vai participar dos ataques contra os hutis.
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