Base de Lula aposta em aprovação parcial da PEC da escala 6×1 após “dias de tudo ou nada”

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso apostam em “tudo ou nada” nos próximos dias para a PEC do fim da escala 6×1. Eles citam como pior cenário a aprovação de ajustes que levem ao fatiamento do texto.

Senadores calculam “pior cenário” com fatiamento da PEC após ajustes

A base governista no Congresso afirma que, no pior caso, a PEC poderia ser aprovada com eventuais mudanças. Nesse cenário, uma parte seguiria para promulgação, enquanto as alterações precisariam ser deliberadas pelos deputados.

Mesmo assim, esses aliados dizem que a leitura do quadro seria positiva para o petista. Eles apontam que Lula poderia dizer ao eleitorado que entregou pelo menos uma parte da proposta antes do segundo turno.

Base no Senado vê chances remotas de travar a PEC no 1º turno

Membros da base governista no Senado avaliam como muito remotas as chances de a PEC não avançar, pelo menos em primeiro turno, nos próximos dias.

Essas fontes também destacam que a oposição ficaria com tentativas de mudar o texto. Elas dizem que a oposição poderia não “colocar a digital contra o mérito da proposta”.

Davi Alcolumbre e eleições de 25 de outubro entram na conta dos aliados

Aliados afirmam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está comprometido com o avanço da PEC. Eles ligam esse compromisso ao ganho de fôlego para buscar recondução ao comando da Casa em fevereiro do ano que vem.

Segundo as fontes, só o eventual sucesso de Lula nas urnas em 25 de outubro daria esse fôlego a Alcolumbre.

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