Um fundo ligado ao Banco Master suspendeu os resgates e travou a retirada de R$ 481 milhões pela Rioprevidência. O bloqueio acontece mesmo com uma ordem da 10ª Vara da Fazenda Pública do Rio para impedir ações que atrapalhassem a operação.
Bloqueio de resgates trava saída de R$ 481 milhões mesmo após ordem da Justiça
A suspensão dos resgates impediu a Rioprevidência de mexer no dinheiro aplicado em um fundo. A medida foi tomada apesar da ordem judicial que proibia ações para atrasar ou bloquear a operação.
Com isso, os valores seguiram presos na aplicação, segundo a descrição do caso. A administradora do fundo explicou a retenção pela falta de liquidez da carteira.
Fechamento em 5 de agosto cancelou pedidos e deixou dinheiro no fundo Revolution
Os R$ 481 milhões estavam investidos no fundo Revolution. A administradora disse que os ativos não poderiam ser convertidos a tempo.
O fechamento do fundo aconteceu em 5 de agosto. A partir desse fechamento, todos os pedidos de resgate pendentes foram cancelados.
A defesa do Rioprevidência acusa os gestores de descumprir a ordem judicial. Os advogados do fundo estadual afirmam que a medida frustrou a recuperação do valor e mantem o montante em uma carteira descrita como opaca e superavaliada, pedindo troca da administração.
Rioprevidência diz que suspensão ameaça pagamento e cita mudança de gestão
O Rioprevidência afirmou que a suspensão cria risco para as finanças estaduais e para o pagamento de aposentadorias e pensões.
A gestão da carteira, segundo o texto, era da Acura e foi transferida para a Versal Finance em fevereiro, durante investigações sobre as aplicações previdenciárias no banco.
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