França decreta toque de recolher após protestos violentos e atraso nas medidas

O governo francês decretou toque de recolher na área mais afetada pelos protestos que viraram baderna, com saques e quebra-quebra. A medida foi anunciada com atraso, enquanto a violência crescia nas ruas de Paris.

Violência, saque e quebra-quebra marcam protestos em Paris

Os protestos começaram com estudantes e ganharam apoio geral, com foco em melhorar escolas e condições de ensino.

Depois, entraram militantes e agitadores ligados ao partido de extrema esquerda França Insubmissa, além de “casseurs”, ligados a quebra-quebra e a grupos ligados aos black blocs ou à periferia multiétnica.

No meio da confusão, o funcionário de um hotel na Praça da República, que foi identificado apenas como Franck, relatou arrombamentos e saques. Ele disse que teve “vontade de chorar” ao ver pedaços de pedra de mais de um palmo de largura arrancados do contorno do monumento à República.

Governo Macron anuncia toque de recolher após a violência tomar conta

O texto cita que o governo de Emmanuel Macron atrasou medidas e só anunciou a implantação do toque de recolher no local mais afetado. Também menciona a necessidade de ter decretado o toque de recolher e outras medidas mais severas quando a situação escapou do controle no fim da tarde e começo da noite de sábado.

O artigo descreve que forças policiais estariam “subdimensionadas” e que o país entrou em um ciclo com ataques e destruição, com vídeos mostrando ferramentas levadas para confrontos e uma padaria com fachada de pedra destroçada em menos de dois minutos.

Marine Le Pen cresce nas preferências e pauta do próximo ano entra no debate

Segundo o texto, hoje Marine Le Pen aparece como a candidata mais satisfeita, com 34,8% das preferências no primeiro turno, acima de Édouard Philippe e de Jean-Luc Mélenchon.

O artigo também cita que, na Polymarket, a candidata da direita nacionalista bateu em 47%. O texto menciona que o avanço dela já coloca em discussão a campanha presidencial do ano que vem e até “terceiro turno”.

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