Netanyahu determina “fechamento total” da Cisjordânia após ataque com tiros ferir 5 israelenses

Benjamin Netanyahu mandou o “fechamento total” da Cisjordânia ocupada após um ataque a tiros que deixou ao menos cinco israelenses feridos. A medida foi anunciada nesta sexta-feira, 23.

Netanyahu ordena cerco a Hebron e restringe circulação na Cisjordânia

As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram que dois palestinos armados atiraram contra um posto de controle militar perto de Hebron. As forças israelenses mataram os suspeitos.

O serviço de emergência Magen David Adom disse que duas das cinco vítimas estão em estado crítico. As buscas seguem por possíveis cúmplices.

FDI miram Hebron e Hamas é citado em declaração do premiê

Em comunicado, Netanyahu determinou que as FDI e as forças de segurança iniciem imediatamente um cerco a Hebron. Ele também pediu preparação para restringir completamente a circulação na Cisjordânia, território que Israel ocupa desde 1967.

O premiê não definiu um prazo para o fim das medidas. Ele afirmou: “Perseguiremos os terroristas do Hamas e aqueles que os enviam: em qualquer lugar e a qualquer momento. Eles não têm onde se esconder”.

O Hamas elogiou o ataque em comunicado, mas não reivindicou a autoria. O ministro das Finanças, Bezalal Smotrich, emitiu uma ordem para destruir um “grande número” de estruturas palestinas ilegais na área.

Medida entra em cena quatro dias antes das eleições de terça-feira, 27

O fechamento da Cisjordânia acontece quatro dias das eleições parlamentares israelenses, marcadas para terça-feira, 27. A disputa eleitoral coloca a segurança nacional no centro do debate, segundo o texto.

O artigo também cita que o Irã ameaçou atacar instalações petrolíferas, cabos submarinos, data centers e instalações de inteligência artificial (IA) em até sete países do Golfo Pérsico caso Estados Unidos e Israel retomem os bombardeios contra seu território.

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