Lula venceu Flávio Bolsonaro no segundo turno e a imprensa mundial repercutiu a virada como um fato “histórico”. A cobertura saiu em jornais e revistas dos Estados Unidos, Europa e América Latina nesta segunda-feira, 26.
Vitória de Lula vira destaque em jornais e revistas de EUA, Europa e América Latina
O noticiário internacional tratou a reviravolta como uma virada fora do padrão desde a redemocratização.
Em meio ao destaque de “longevidade política”, veículos compararam Lula a lideranças como Franklin Roosevelt e Angela Merkel.
Margem apertada, números do segundo turno e comparações com Roosevelt e Merkel
A cobertura citou a diferença no placar: 51,8% dos votos para Lula contra 48,2% para Flávio Bolsonaro.
A Economist comparou Lula a Franklin Roosevelt e mencionou que Lula entrou no grupo de mandatários eleitos quatro vezes. O Wall Street Journal apontou que os 16 anos não consecutivos no Planalto colocam Lula no mesmo tempo de poder de Angela Merkel.
O texto também lembra que a imprensa global destacou a polarização do pleito e que a base do bolsonarismo continuou com força, mesmo com as comemorações.
Pressão por governabilidade e reação judicial entram no radar do exterior
Entre os pontos citados, a Economist apontou déficit público de 9,48% do PIB e a presença de uma dívida elevada, além de dificuldades para aprovar pautas no Congresso.
A cobertura internacional também mencionou a prorrogação da votação por duas horas pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a reação de Flávio com pedido de anulação das eleições.
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