Davi Alcolumbre articula PEC da Segurança e mira reeleição na presidência do Senado

Davi Alcolumbre articula uma nova fase da disputa pela presidência do Congresso e quer mais dois anos no cargo a partir da legislatura que começa em fevereiro. A briga envolve alianças no Senado e votações como a PEC da Segurança Pública.

PEC da Segurança Pública vira moeda na campanha de Alcolumbre

Na terça-feira, 3, Alcolumbre articulou a aprovação da chamada PEC da Segurança Pública.

Ele tirou do texto a polêmica redução da maioridade penal e empurrou a discussão do tema para a Câmara dos Deputados.

Contas para a eleição no Senado: Alcolumbre precisa de 41 votos

Para continuar presidindo o Congresso, Alcolumbre precisa do voto de no mínimo 41 dos 81 senadores da legislatura que começa em fevereiro.

O senador Rogério Marinho, lançado como candidato de oposição, teria o apoio imediato dos 29 senadores do PL. No cenário citado no texto, Alcolumbre precisaria de mais trinta votos, enquanto Marinho precisaria de mais doze.

O texto aponta que Alcolumbre diz ter 48 votos assegurados e que o presidente do Senado controla a pauta de projetos, o calendário e negociações ligadas a emendas parlamentares.

Disputa já inclui CPI, STF e candidatura de Tereza Cristina

O artigo cita que Alcolumbre prometeu estender ao ex-presidente Jair Bolsonaro uma proposta de anistia ou indulto humanitário, com extensão aos envolvidos nos ataques do 8 de Janeiro.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) anunciou que também quer disputar a presidência do Senado, mesmo com o PP dizendo apoio a Alcolumbre.

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