Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que a atual composição do STF, que ficou desfalcado desde o ano passado após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, pode servir de base para uma nova indicação nas próximas semanas.
Essa conversa ganha força depois da rejeição do nome de Jorge Messias pelos senadores, que gerou um impacto direto no andamento da escolha para a Corte.
Divisão entre aliados: aposta em nova indicação ou espera após a derrota de Messias
Mesmo com os abalos ligados à rejeição de Jorge Messias pelos senadores, aliados do presidente discutem se Lula deve fazer uma nova escolha para o STF agora.
Um grupo defende que Lula lance um novo nome e encaminhe o assunto para análise do Congresso, para reforçar que a prerrogativa de indicar é do presidente.
Recuo e avanço: alguns descartam curto prazo e outros citam o STF com 10 membros
Horas depois da derrota acachapante de Messias, interlocutores de Lula descartavam totalmente a chance de novo nome no curto prazo e diziam que o tema voltaria a ser discutido somente depois das eleições.
Um dia depois, um grupo passou a defender que a situação da Corte, com 10 membros, deve ser levada em conta para antecipar a indicação.
Próximas semanas entram na mira, mas aliados mantêm sinal de cautela
Enquanto isso, parte dos aliados sustenta que o momento exige cautela e pede para esperar a poeira baixar.
Esse grupo evita qualquer ação que possa virar uma declaração de guerra à cúpula do Congresso.
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